Adriana e Aline

Quem vier, de onde vier, venha em paz!

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

NETIQUETA

Seja educado e cordial também na Internet

Como a Internet e a comunicação dentro do ambiente virtual ainda são fatos relativamente novos, as regras de comportamento estão sendo construídas aos poucos por todos os internautas. Mesmo assim, já podemos arriscar a fazer uma lista de normas básicas no ambiente virtual que já valem para muitos internautas que conversam por Chat, E-mail ou Comunicador Instantâneo.


Abaixo algumas sugestões de netiquetas que podem contribuir para o uso educado e seguro da Internet:


* Cumprimente as pessoas com as quais vai conversar. Nunca é demais um Bom dia;

* Utilize poucos emoticons, tanto em salas de bate-papo quanto nos e-mails. Eles são úteis para expressar emoções e dar uma idéia de expressão facial e tom de voz; entretanto, podem poluir e dificultar a comunicação;
* Evite utilizar letras maiúsculas para expressar sentimentos, conversar ou passar e-mails: letras maiúsculas no ambiente virtual significam falar alto ou gritar com o correspondente e isso pode ser mal interpretado;
* Evite gírias pesadas e palavrões;
* Evite mensagem pública e recados: se você precisa se dirigir à determinada pessoa, faça isso diretamente na conta de e-mail pessoal dela;
* Evite encaminhar e-mails para todos os contatos. Nunca pratique spam;
* Não abra e-mail de desconhecidos, estes podem conter vírus que, além de prejudicar seu equipamento, podem roubar senhas pessoais e causar grande prejuízo;
* Não deixe ninguém esperando por resposta em chats. É sempre legal ser educado e atencioso;
* Se quiser interromper a conversa, avise e se despeça antes de desligar;
* Não envie aquilo que você não gostaria de receber;
* Sempre informe o assunto da mensagem de forma clara e específica, no caso dos e-mails;
* Faça a verificação gramatical e ortográfica de seu texto. É desagradável receber mensagens cheias de erros ou sem pontuação correta;
* Não envie mensagens com exagero de caracteres de deslocamento de texto, no lado esquerdo (>). Isto torna a leitura difícil, e cada vez que um usuário re-envia ou responde um e-mail, o texto vai sendo deslocado, provocando um acúmulo de caracteres simbolizados por ">".
* Evite enviar arquivos grandes sem prévio conhecimento do correspondente. Isso pode levá-lo a exceder o espaço disponível da conta, dificultando o recebimento de outros e-mails;
* Nunca encaminhe e-mails com a listagem de remetentes anteriores. Além de ser desagradável, os e-mails podem parar nas mãos mal intencionadas. Por isso, envie seus e-mails com CCO (Com Cópia Oculta), assim nenhum endereço fica aparente. Pense bem: você distribui na rua sua caderneta de contatos telefônicos? Por que fará com seus contatos de email?;
* Não passe adiante correntes, simpatias e boatos. Use seu senso crítico, não acredite em tudo que você recebe via e-mail, delete;
* Em sites de relacionamento (como Orkut, MySpace, Facebook, Hi5, entre outros), não divulgue seus dados pessoais, pois o mais inocente dos dados (e-mail pessoal, escola em que estuda, lugares que freqüenta) pode servir como base de investigação para pessoas mal intencionadas descobrirem dados mais importantes e utilizá-los em chantagens para te prejudicar;
* Quando criar um blog ou um site, preze pela acessibilidade de todos usuários da Internet. Existem recursos que, quando implementados, proporcionam a navegação para mais internautas, promovendo a inclusão digital.

Professor

"Não se sabe tudo, nunca se saberá tudo, mas há horas em que somos capazes de acreditar que sim, talvez porque nesse momento nada mais nos podia caber na alma, na consciência, na mente, naquilo que se queira chamar ao que nos vai fazendo mais ou menos humanos."
José Saramargo

Necessidades Educativas Infantis

A partir da leitura, de EllenWiner, publicada na obra crianças superdotadas ;mitos e realidade, podemos perceber claramente que  a autora relata a historia de uma mãe que faz do seu lar uma escola para seu filho, destaque pontos positivos e negativos da ‘escola caseira’

Pontos positivos;

  •            A afetividade familiar, pode contribuir com o ensino/aprendizagem de crianças superdotadas.
  •            A educação deve pular os muros da escola, para que crianças como essa possa aprender, mesmo na sua individualidade.
  •            A escola caseira nesse caso, se mostra flexível.
  • Essa família faz desse aluno um ser capaz de desenvolver em suas habilidades e pontecialidade.
  •            Utilização do currículo pelos professores como utilização nesse processo de ensino.



Pontos negativos

  • Carência
  • Falta de integração
  • Falta de socialização com outras crianças
  • Baixa auto-estima
  • Ensino personalizado
  • Ensino padronizado
  • Falta de um ensino personalizado


 Conluindo

Existem estudiosos que defendem uma educação enriquecida e outros uma educação acelerada para os alunos super dotados. 
           A educação dos superdotados significa agrupar crianças por habilidade, os contra a educação para os superdotados alegam que as crianças deixadas em nível inferior sentem-se burras.
Acredita-se que agrupar os superdotados prejudica , não apenas os deixados de fora, mas também os selecionados para o nível  dos superdotados.

           O argumento para o agrupamento de habilidades é usualmente feito por pesquisadores que especializam em educação dessas crianças . Ao eliminar o agrupamento por habilidades,  alegam,que é ceder a uma agenda política igualitária simplista quando a educação para os superdotados significa aceleração em vez de agrupamento por habilidades,a acusação de elitismo e injustiça dá lugar a uma outra. 

Os pais que neste caso,  buscam acelerar o filho através de admissão precoce na escola ou saltando séries são vistos como pais intrusivos, desejando roubar dos filhos uma infância normal para obter um diploma universitário precoce.

           Em contraste, os favoráveis a aceleração alegam que manter em uma classe de segunda série uma criança que pode fazer trabalho de sexta série, não esta salvando a infância deste estudante, mas roubado desta criança o desejo aprender,  alegam ainda que colocar uma criança com pares intelectuais é muito mais importante do que manter esta criança com pares da mesma idade.

E você o que pensa sobre esse assunto?

Alvanir  Rodrigues Pereira
Pedagoga



Livros

Geografia com recursos da WEB

Já faz algum tempo que postei aqui matéria a respeito de portais que oferecem informações interativas sobre conteúdos de geografia física e política. Entre os posts publicados, destaco:
Esses meus posts foram objetos de uma conversa recente com Ricardo Carvalho, estágiario de jornalismo da revista  Carta Capital na Escola. Ricardo é mais um aprendiz de jornalismo que entra em contato comigo para conversas sobre matérias de tecnologia educacional na citada revista.
Registro todas essas informações para falar um pouquinho de blogs. Diversas vezes escrevi neste BotecoCarta Capital entraram em contato comigo a partir de alguma informação que publiquei no blog. As conversas seguem caminhos diversos. Aparecem na forma de comentários. Ás vezes, continuam via telefone. Quase sempre passam por troca de mensagens via email. Eventualmente podem render mais um post. Muitas vezes viram matéria na revista, em versão impressa e on line. que os blogs são locais de encontro, e que os posts são convites para conversas. Nessa trilha, meus ciberamigos da
O Ricardo já é o quarto estágiário da Carta Capital com quem converso de vez em quando. Não tive o prazer de vê-lo pessoalmente, assim como nunca me encontrei com os demais estagiários que o precederam. É quase certo que jamais saberia da existência desses meninos talentosos se não fosse autor de um blog. Mas, minha atividade na Web acaba gerando oportunidade de cooperar com estudantes que estão experimentando fazeres profissionais pra valer.
Atualmente, minhas conversas com estágiários de jornalismo ganham maior interesse. Desde o ano passado estou dando aula de Filosofia para alunos de Comunicação Social. Assim, conversas com estudantes que precisam preparar matérias sobre uma de minhas áreas de conhecimento – tecnologia educacional – são sempre um prazer e um modo de saber mais sobre os jovens que escolheram o campo da informação como destino profissional.
Se você está pensando em publicar um blog, o exemplo aqui registrado ilustra um  dos resultados que podem acontecer a partir de seus convites para conversas no ciberespaço. Na história que estou contando, fica claro que uma mensagem (post) pode desencadear muita prosa sobre o assunto e criar oportunidades para que você exerça uma nova forma de fazer amigos por meio de papos cibernéticos. Em alguns casos, esses papos podem até ter um complemento numa rodada de chope em algum boteco decente.
Falta uma informação final. A partir de um papo inicial comigo, o Ricardo produziu uma reportagem interessante sobre Internet e ensino de Geografia. Vale a pena ver o matéria que ele escreveu. Para tanto, clique no link que segue.

Aprendizagem na Web

Clique aqui para abrir o arquivo...

Verdade e Novas Tecnologias

Há uns cinquenta ou mais anos, as pessoas acreditavam na palavra escrita. Era comum alguém dizer: “é verdade, deu no jornal”.
Neil Postman, antigo chefe do Departamento de Comunicações da Universidade de Nova Iorque imaginou um experimento interessante. De manhã, ele comentou casualmente na cantina que a produção de carne em árvores acabara de se tornar realidade. Citou suposta pesquisa realizada por uma faculdade pouco conhecida (uma instituição de ensino superior da Dakota do Sul ou um outro estado pouco expressivo em termos acadêmicos). Ao falar sobre a suposta pesquisa, disse que soube da mesma por meio de notícia publicada no New York Times. À tarde, a milagrosa pesquisa era uma “verdade” comentada por toda parte na universidade. A credibilidade da história inventada por Postman era sustentada sobretudo pelo argumento de que “deu no New York Time”.
A credibilidade dos jornais impressos talvez não seja a mesma. As fontes de informação de agora são aquelas que aparecem em telas da TV e dos computadores. É muito comum nos dias de hoje a expressão “deu na Internet”.
O que nos deve preocupar é um movimento que confere aos meios de comunicação a virtude de apresentar a verdade. Em vez de pensar a verdade a partir de critérios racionais de verificação, acostumamo-nos a pensar que qualquer coisa que mereça destaque  na tela (antes era no papel) é a “realidade”.
Em post passado, reproduzi uma charge que sugere discussões sobre o assunto (cf. Platão, mito da caverna e TI). Ao comentar o assunto, uma das mais assíduas clientes deste Boteco, Conceição Rosa, disse que a professora de Filosofia de sua escola havia abordado o mito da caverna a partir de uma historinha do Maurício de Sousa. Conceição indicou onde o material poderia ser encontrado. Vi a historinha (publicada em vídeo no Youtube) e gostei muito. Aproveito a oportunidade para agradecer publicamente o comentário da professora Conceição Rosa.

Razão eterna da minha vida!